sábado, 18 de abril de 2015

O PLANO DE DEUS PARA A SALVAÇÃO DO HOMEM




Mesmo tendo Deus expulsado o homem do jardim do
Éden para que ele não comesse da árvore da vida e ficasse
imortalizado no corpo do pecado, contudo, não retirou o Seu
grande amor de sobre o homem. Porém, Deus, sentindo muito
com a queda espiritual do homem, e por não Se conformar
em perdê-lo de Seu convívio espiritual, criou então um plano
de salvação para que o homem se reintegrasse ao Seu Reino
(se religasse com Ele); por isto o processo de salvação é
chamado de RELIGIÃO; no latim, RELIGARE, que significa
ligar novamente com Deus.

Esta religação viria através de um conjunto de
mandamentos, chamado de: Lei dos mandamentos; que
compreende os Dez Mandamentos, compostos de Estatutos e
Juízos, que completam a Lei de Deus. Inclusive, por ser dado
por intermédio de Moisés, também é chamado de: Lei de
Moisés.

Os mandamentos da Lei eram cumpridos pela força da
carne, isto é, pela capacidade humana; por isso são
considerados mandamentos carnais; era a religião de baixo
para cima. Significava o homem se resgatando diante de
Deus pela sua própria justiça. Este conjunto de mandamentos
Deus havia preparado para que, mediante o seu cumprimento,
o homem fosse redimido da sua transgressão, ou seja, pagasse
a sua dívida para com Deus, e assim retomasse a posse do
Reino dos Céus. O pagamento do preço da transgressão dava-se
pelo cumprimento da Lei; era o preço do resgate humano,
conforme a determinação de Deus, que disse: “E dei-lhe os
meus estatutos e os meus juízos, pelos quais cumprindo-os o
homem, viverá por eles” (Lv 18.5;Ez 20.11;Rm 10.5).

Mas para isso, o homem precisava de muita justiça e
perfeição, as quais não se encontravam nele. As
características do homem já apontavam para o seu fracasso
diante das exigências da Lei. As cobranças que a Lei fazia,
exigiam um ser perfeito para cumpri-las (Só Jesus Cristo);
pois a Lei, por ter vindo de Deus, é boa, justa e santa (Rm
7.12); enquanto o homem, maculado pela sua transgressão,
não passava de um pecador fracassado, incapaz, e caído da
Graça de Deus; melhor dizendo, a Lei é espiritual, mas o
homem é apenas carnal, vendido sob o pecado (Rm 7.14).
A PROMULGAÇÃO DA LEI
Chegado o tempo da promulgação da lei, Deus, por
intermédio de Moisés, tirou o Seu povo do Egito e o reuniu
ao pé do Monte Horebe, no Sinai, para ali lhe ordenar os
Mandamentos da Lei, Seus estatutos e os Seus juízos, cujo
cumprimento culminaria na salvação do povo. Segundo o
registro do livro de Êxodo, Deus manifestou-se naquele lugar
com grande poder e realizações de maravilhas; porque a
presença de Deus se revelava em trovões, relâmpagos, sonido
de buzina, fumigação e tremor do monte; pois Deus havia
descido em fogo naquele lugar. Moisés falava, e Deus, do
meio de uma nuvem espessa, respondia em alta voz. Então,
naquele momento, o povo temeu a presença estrondosa de
Deus, por não resistir os efeitos do Seu poder naquele lugar.
A Bíblia diz que até Moisés ficou assombrado com a
operação de Deus no Monte. Tudo isto porque os céus
estavam em festa por estar sendo promulgada, naquele
momento, a Aliança de Deus com o povo, ou seja, a Lei cujo
cumprimento resultaria na salvação do povo, para consolidar
assim a sua reintegração ao convívio de Deus.

Diante de tanto poder, de tantas maravilhas por causa
da presença estrondosa de Deus naquele lugar, o povo ficou
muito assustado e pediu a Moisés para que Deus não
continuasse falando diretamente com eles, mas que Moisés
transmitisse as palavras do Senhor, para que eles não
morressem, conforme está escrito: “E o povo, vendo isso
retirou-se e pôs-se de longe. E disseram a Moisés: Fala tu
conosco, e ouviremos: e não fale Deus conosco, para que
não morramos” (Ex 20.18-19).

Então Deus, respondendo as palavras de temor do
povo, e sabendo que o homem não tinha capacidade para
cumprir a Lei da justiça dada para a sua salvação, mas tendo
já planejado enviar Jesus Cristo para cumpri-la em seu lugar,
disse a Moisés: “Bem falaram naquilo que disseram, Eis lhes
suscitarei um profeta do meio de seus irmãos, como tu, e
porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo
o que eu lhe ordenar. E será que qualquer que não ouvir as
minhas palavras, que ele falar em meu nome, eu o requererei
dele” (Dt 18.17-19). Veja também: At 3.22.

O próprio Jesus, ao manifestar-se ao mundo para
realizar a obra de Redenção, declarou ter vindo para cumprir
a Lei dada para a salvação do povo, dizendo: Não cuideis que
vim destruir a lei ou os profetas: não vim anular, mas
cumprir” (Mt 5.17).

Porém, diante deste esclarecimento, vem à tona a
seguinte pergunta: “Se Deus sabia que o homem era incapaz
de cumprir a Lei, por que então à colocou sobre os seus
ombros? Não poderia ter Deus poupado o povo desse tão
grande sofrimento e dessa tão grande decepção, e passado a
responsabilidade do cumprimento da Lei diretamente à Jesus
Cristo?”

E a resposta corretamente dada é: Deus não passou a
responsabilidade do cumprimento da Lei diretamente a Jesus,
porque quem mais precisava saber que o homem não tinha
capacidade para cumprir a Lei, era o próprio homem. Porque
o homem com o seu espírito exaltado, jamais admitiria não
ter capacidade para cumprir a Lei, se Deus não a colocasse
sobre os seus ombros. O homem só perceberia a sua
incapacidade, isto é, o seu estado de miséria, a sua pobreza de
justiça, e a sua necessidade de aceitar a Cristo como
Salvador, sentindo nos seus próprios ombros o peso
irresistível dos Mandamentos da Lei, e assim, então, se
humilhasse diante de Deus e aceitasse a salvação pela Graça
de Cristo, conforme está escrito: “Porque a Lei nos serviu de
aio para nos conduzir a Cristo” (Gl 3.24).

O povo teve que primeiro passar por um processo de
reconhecimento da sua incapacidade, pagando o preço da
tentativa fracassada de cumprir a Lei da Justiça, para poder
compreender o plano de salvação pela Graça, isto é, o porquê
Jesus teve que substituir o homem no cumprimento da Lei.

Nem ainda na época de Jesus todos admitiam a sua
incapacidade no que se refere ao cumprimento da Lei, para se
humilharem diante de Deus e aceitarem a Cristo como
Salvador. Era o caso de muitos dos fariseus que se
apresentavam como que salvos pela guarda da Lei;
confiavam na sua própria justiça e capacidade; então foi
quando Jesus disse: todo aquele que se humilhar será
exaltado e todo aquele que se exaltar será humilhado. Jesus
estava dizendo o seguinte: Aquele que se exaltar, achando
que tem capacidade de oferecer a Deus o fruto da sua justiça
em troca da sua salvação, como a guarda de sábado, sacrifício
de jejum, circuncisão, cumprimento de percentual de
contribuição (o dízimo), etc., esse será humilhado; mas,
aquele que se humilhar reconhecendo o seu estado de
miséria, isto é, sabendo que não tem capacidade suficiente
para guardar a Lei, considerando a sua justiça como lixo, mas
que busca alcançar a vida eterna apenas pela Graça de Cristo,
esse será exaltado por Deus. Porque muitos ainda traziam
consigo a confiança na carne, isso é, na sua própria guarda da
Lei.

O moço rico, quando Jesus perguntou se ele conhecia
os mandamentos, ele, porém, com o seu espírito exaltado,
confiando na sua própria capacidade, e achando que era
guardador da lei, logo respondeu: “tudo isso tenho guardado
desde a minha mocidade!” (Mc 10.19-20).

Na parábola do fariseu e do publicano, Jesus disse que
o fariseu, que confiava em si mesmo, dizia: “Ó Deus, graças
te dou porque não sou como os demais homens, roubadores,
injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo
duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto
possuo”.

Porém, o publicano, por reconhecer o seu estado de
miséria diante de Deus, não apresentou nenhuma realização
de obras, mas apenas a confiança na misericórdia de Deus,
dizendo: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!”

E Jesus disse que este desceu justificado para sua
casa, e não o fariseu. Então, foi quando declarou: “porque
qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e
qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado”
 (Lc 18. 9-14).
Infelizmente ainda existem muitos crentes a exemplo
desse fariseu, se gloriando em realização de obras, e dizendo
que são salvos porque não são iguais aos outros que não
guardam o sábado, que não dão dízimos, que não usam o véu,
que não jejuam, etc. Porém, isso, no cristianismo, é uma
atitude de extrema ignorância espiritual.

Hoje, depois de ouvirmos tanto do Evangelho de
Cristo, de lermos nas Escrituras que Cristo veio fazer
exatamente a obra que não temos capacidade de fazermos, de
adquirirmos tanta experiência sobre as misérias humanas, e
de ouvirmos tanto do Espírito Santo que a nossa própria
justiça é considerada como lixo diante de Deus, ainda
existem muitos pensando que têm capacidade para cumprir a
Lei, ou seja, de oferecer a Deus “o fruto da sua justiça” no
que tange a guarda do sábado, no sacrifício de jejum, no uso
do véu, na circuncisão, na prática do dízimo, e outras
penitências semelhantes.

É exatamente por meio desses pensamentos inúteis, e
dessas vanglórias na nossa própria justiça, que temos uma
reputação exaltada aos olhos de Deus. O apóstolo Paulo, para
fugir de tal vanglória, disse: “longe esteja de mim, gloriar-me,
a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo”
 (Gl 6.14). Porque Paulo sabia que não tinha condição de praticar
a “Lei da justiça”, mas sim de obter a “justiça da Lei” pela
Graça de Cristo, que já havia cumprido a Lei por ele.

Segundo o apóstolo Paulo, aquele que busca a
“justiça da Lei” apenas por meio da fé, alcança a salvação
pela Graça de Cristo. Mas aquele que busca a “Lei da
justiça”, isto é, pela prática das obras da Lei, tropeça em
Cristo, conforme a sua expressão na Epístola aos
 Romanos, 9.30-33:
Que diremos pois? Que os gentios, que não buscavam
a justiça, alcançaram a justiça? Sim, mas a justiça
que é pela fé. Mas Israel, que buscava a “lei da
justiça”, não chegou à “lei da justiça”. Por quê?
Porque não foi pela fé, mas como que pelas obras da
lei; tropeçaram na pedra de tropeço; como está
escrito: Eis que eu ponho em Sião uma pedra de
tropeço, e uma rocha de escândalo; e todo aquele que
crer nela não será confundido.

O que significa tropeçar na Pedra? No texto acima,
Paulo se refere ao que vaticinara o profeta Isaías, quando
disse: “Então ele vos será por santuário; mas servirá de
pedra de tropeço, e rocha de escândalo, às duas casas de
Israel; por armadilha e laço aos moradores de Jerusalém. E
muitos entre eles tropeçarão, e cairão, e serão quebrantados,
e enlaçados, e presos” (Is 8.14-16).

Isto significa, que, aquele que persistir na prática de
obras legalistas como imprescindíveis no processo da
salvação, está separado da Graça de Cristo, e ficará preso
pelo jugo das obras da Lei, ou seja, ficará debaixo do jugo do
dízimo, da guarda do sábado, do uso de véu, do jejum, da
abstinência de manjares, da proibição exacerbada de usos e
costumes, etc., as quais obras separam o homem da Graça de
Cristo; conforme lemos também em Gálatas, 5.4: “Separados
estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça
tendes caído”.
Isso nos deixa claro, que, querer se santificar com
obras legalistas (obras oferecidas a Deus), é sem dúvida
tropeçar na Pedra.

Na antiga Aliança, quem não praticava as obras da
Lei, tropeçava na Lei; ao contrário da Nova Aliança, que, por
Jesus ter cumprido a Lei por nós, agora, quem tenta guardá-la
novamente, tropeça em Cristo.

Porque cada Aliança tem seus próprios Mandamentos;
e tanto o Velho Testamento, como o Novo, traz o preço da
transgressão de seus devidos Mandamentos. Cada aliança que
Deus faz com o homem, determina o preço da transgressão.

Na dispensação da Lei, quem não praticava as obras
da lei, tropeçava na Lei, conforme está escrito: “Mas vós vos
desviastes do caminho; a muitos fizestes tropeçar na lei;
corrompestes a aliança de Levi, diz o Senhor dos Exércitos”
(Ml 2.8). Ao contrário da dispensação da Graça, que, pelo
fato de Jesus ter cumprido a Lei por nós, agora, quem tenta
cumpri-la novamente, isto é, querendo guardar o sábado, se
circuncidar, jejuar, cumprir percentual de contribuição, etc.,
que são obras realizadas em oferecimento a Deus, com
certeza tropeça em Jesus Cristo, que é o único intermediário
entre Deus e o homem, sem deixar espaço para obras da
nossa carne. O cristão triunfa em Cristo, exatamente por
! receber dEle a justiça do cumprimento da Lei, sem a prática
dela. É o que se chama de “Salvação pela Graça”.

Porque, se não quisermos buscar a “JUSTIÇA DA
LEI” pela Graça de Cristo (a qual se alcança apenas pela fé
no Seu nome), mas preferirmos buscar a “LEI DA JUSTIÇA”
pela prática das obras da lei (a qual se tenta alcançar pela
própria capacidade), não estamos confiando que Cristo já as
cumpriu por nós e nos oferece a justiça dessas obras apenas
pela Sua maravilhosa Graça.

Jesus nos oferece a justiça da Lei pela Sua Graça,
exatamente por não ter encontrado em nós a devida
capacidade para cumprirmos a Lei da justiça. Por isso, agora,
quem tenta praticar as obras da lei, tropeça na pedra de
tropeço que é Jesus Cristo; pois tal prática faz agravo ao
Espírito da Graça; e isto pode custar muito caro para o tal. O
castiga da transgressão na dispensação da Graça, segundo o
escritor aos hebreus, é maior que o castigo da transgressão na
dispensação da lei; pois veja o que ele diz sobre o julgamento
de quem comete tal erro, ou seja, de quem faz agravo ao
Espírito da Graça:

Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem
misericórdia só pela palavra de duas ou três
testemunhas, de quanto maior castigo cuidais vós
será julgado merecedor aquele que pisar o Filho
de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança
com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito
da graça? (Hb 10.28-29).


Paz seja com todos
JC de Araújo Jorge

domingo, 5 de abril de 2015

O PROCESSO DE SALVAÇÃO PARA A HUMANIDADE




INTRODUÇÃO

“O Processo de Salvação”
 é uma série de mensagens que veio
revelar ao mundo todas as verdades da salvação pela Graça
que há em Cristo Jesus, em razão de não haver consenso
entre a maioria das igrejas sobre a verdadeira doutrina do
Evangelho.

As diferenças doutrinárias entre as instituições
evangélicas são enormes. Por isto, Deus, que quer que
vivamos num só espírito, numa só doutrina e numa só fé,
aprouve conceder-me o ministério de esclarecimento do
Evangelho, me abrindo a ciência da salvação, para que seja
esclarecida de uma vez por todas a genuinidade do
Evangelho, a fim de que o povo cristão viva totalmente na
Graça de Cristo, e assim realize a vontade de Deus andando
num só espírito, numa só doutrina e numa só fé, sem o peso
das obras de mandamentos carnais, tais como: guarda de
sábado, abstinência de manjares, pagamento de dízimo,
circuncisão, sacrifício de jejum, imposição exacerbada de
usos e costumes, etc.

O apóstolo Paulo, comentando sobre obras desta
natureza, diz que as tais, na verdade, têm alguma aparência
de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em
disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a
satisfação da carne (Cl. 2.23).
Esta obra, inclusive, foi revelada para esclarecer tudo
sobre o processo de salvação pela Lei de mandamentos
carnais e principalmente sobre o processo de salvação pela
Graça de Cristo. As verdades do Evangelho desvendadas
neste livro, as quais vinham sendo omitidas pela maioria das
lideranças evangélicas, vão facilitar a todos a interpretação
das Sagradas Escrituras no que tange a salvação comum, e
mostrar, à luz da Bíblia, a verdadeira doutrina que o
cristianismo deve seguir. E assim, o cristão, pela renovação
do seu entendimento espiritual, possa se libertar dessa tão
grande confusão doutrinária que hoje se encontra na maioria
das igrejas, e passe a desfrutar da verdadeira glória da
salvação pela Graça que há em Cristo Jesus.

É muito fácil esclarecer com autenticidade todo o
plano de salvação de Deus, quando não se busca os próprios
interesses, ou seja, quando não se prega por conveniência,
mas por pura inspiração divina, visando apenas a conversão
das pessoas ao Evangelho de Cristo.

E eu, irmãos, não sou nenhum gênio literário, mas, é
justamente por estar isento de interesse próprio e por não
estar preso aos dogmas de nenhuma instituição religiosa, que
Deus tem me concedido o conhecimento do verdadeiro
Evangelho de Cristo, e toda a ciência da salvação, para passar
ao Seu povo, de forma clara e objetiva, a facilidade de acesso
à salvação comum que por Sua grande e infinita misericórdia
nos tem oferecido o Senhor, a fim de que haja uma reforma
na doutrina das igrejas contemporâneas; e então, o povo
cristão possa ser verdadeiramente liberto da opressão dessa
doutrina legalista que vem sendo pregada nos nossos dias, e
passe a vivenciar a verdadeira Graça de Cristo.

Porque eu posso afirmar, com toda certeza da
aprovação de Deus, que o caminho da salvação pela Graça
que há em Cristo Jesus, é muito mais fácil, muito mais
acessível, e muito mais glorioso, do que está sendo pregado
por muitas igrejas. Porque, aquele que realmente nasce da fé,
deve crer na facilidade de acesso à salvação pela Graça que
há em Cristo Jesus, conforme escreveu o apóstolo Paulo:

Esta é a palavra da fé, que pregamos, a saber: Se
com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em
teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os
mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê
para a justiça, e com a boca se faz confissão para a
salvação (Rom 10:8-10).

Minha oração é que Deus dê graça, paz e sabedoria a
todos, e que de bom grado recebam este ensinamento
espiritual, conferindo pelas Sagradas Escrituras, a veracidade
de tudo que por inspiração divina exponho nesta obra.

Devo ressaltar, que, o propósito de Deus com estas
mensagens, é levar o Seu povo à prática correta da fé,
em Cristo Jesus, Salvador e Protetor das nossas almas, ao
Qual seja a glória e o poder para todo o sempre. 
Amém.



SEQUÊNCIA DE MENSAGENS A SEREM POSTADAS:

- O Plano de Deus para Salvação do Homem

- A Santificação da Carne

- Quais são as Obras do Cristão?

- O Esclarecimento da Liberdade Cristã

- A Lei de Deus dada para a Salvação do povo mudou?

-O Cristão deve Jejuar?

- Sobre a Guarda do Sábado

- O Pecado da Homofobia

- Onde está a Arca da Aliança?

O Dízimo no Novo Testamento

- Como repreender o Devorador sem o Dízimo?

- Quem são os Ungidos de Deus no Cristianismo?

- A Obra Social da Igreja

- Conclusão


Paz seja com todos!

segunda-feira, 9 de março de 2015

TEMPLOS DENOMINACIONAIS versus IGREJA DE CRISTO...





 IGREJA    ENTRETENIMENTO

"CARNAVAL  GOSPEL"
É crescente o número de denominações evangélicas que em suas reuniões vem assimilando a forma do mundo, as quais se secularizam a cada dia.
Como se não bastasse a presença de políticos nos púlpitos nas tais denominações, com o objetivo de promover barganha em época de eleição, os próprios líderes religiosos tendo como pretexto atrair visitantes para aumentar seu rebanho, vem transformando os altares de suas congregações em verdadeiros palcos com atrações diversas.

ORIGEM
Tudo começou quando a ministração dos cânticos que ocorria de forma espontânea e espiritual, num período separado para louvor, foi sendo substituída por pseudos ministros de louvores; os quais dão voz de comando aos membros participantes de um culto, quanto a forma de expressão corporal e até mesmo verbal, dizendo o que se deve falar ao irmão do lado direito e esquerdo; afirmando que esta prática, é uma espécie de profecia. Dessa forma a condução da adoração que deveria ser espontânea e espiritual, passou a ser uma ministração robotizada, sujeitando-se até a eventuais coreografias que desrespeita os irmãos menos jovens (meia e terceira idade), em nome de um modernismo que praticamente dispensa a presença e o mover do Espírito Santo.

                        
                                                                                                                 
                                                                                                                              
IGREJA EMPRESA
"CASA  DO  TESOURO"

Já algumas denominações evangélicas neo-pentecostais e outras, enriqueceram-se tanto que se comportam como verdadeiras empresas.
Seus líderes montaram seus impérios econômicos e religiosos, com base num formato de igreja que usa o Nome de Jesus sem o devido temor, para que seus objetivos sejam alcançados. Eles conseguem atingir grande crescimento quantitativo e adquirir robustez financeira, sem contudo preocupar-se com a assistência aos necessitados; visto que, tais líderes apropriam-se das finanças de suas congregações como se fosse fruto do seu próprio trabalho e não como recurso para a Igreja atender aos necessitados do Corpo de Cristo e a outros mais pequeninos que precisam de assistência e da pregação das Boas Novas do Evangelho de Cristo.   

As finanças acumuladas durante a gestão desses dirigentes religiosos, geram preocupação quanto ao futuro das mesmas; por isso, eles investem em suas respectivas esposas (intelectual e teologicamente), como uma espécie de medida preventiva que lhes garanta total segurança em caso de uma eventual tragédia que possa culminar em sua morte, sem que haja o risco da transferência denominacional para outrem e consequente perda do controle financeiro de todo dinheiro angariado da membresia e acumulados em instituição bancária. Membresia essa  que não tem acesso a nenhum tipo informação financeira, mas somente das necessidades materiais do templo, como forma de incentivo a prática de ofertas alçadas, já que existe a  garantia da arrecadação de dízimos por força de lei do velho testamento. 
Assim sendo, prepara-se antecipadamente e as ocultas,  documentação que conste que a esposa do pastor em questão é vice presidente da denominação. No caso da tragédia se confirmar,  a viúva herdará a igreja e não o pastor adjunto, que neste caso poderia até assumir a direção do púlpito na pregação da Palavra. Não obstante, o ex adjunto ou outro candidato que aceitar o status de pregador titular, deverá prestar conta e obediência a mais nova herdeira da congregação, a qual juridicamente passará  a ter plenos poderes na administração eclesiástica e consequentemente na presidência da denominação, chamada igreja. E se nenhuma tragédia vier a acontecer aos líderes dessas denominações, eles preparam seus filhos ou genros ao ministério pastoral, para que no futuro ao se aposentarem ou jubilarem, seus impérios econômicos sejam transferidos para os futuros capitalistas evangélicos, formando assim sua própria dinastia familiar e particular.


 IGREJA CORPO DE CRISTO

NOIVA  DO  CORDEIRO
          


A Igreja de Cristo é espiritual e não depende de nenhum formato secular de Entretenimento ou Empresarial , pois Ela foi constituída e edificada por Cristo para a verdadeira adoração, libertação dos cativos e pregação do Evangelho para arrependimento e salvação eterna de todo aquele que crê.


TAMBÉM É MISSÃO DA IGREJA 
Socorrer os necessitados em suas aflições, acolher os órfãos e as viúvas e não acumular riqueza ou gastá-la de forma leviana com Shows gospel ou coisas afins.
Alguns líderes comportam-se de forma estranha, como se fossem donos de igrejas e  não tivessem que prestar contas ao verdadeiro Cabeça do Corpo, que é Cristo Jesus, o qual comprou a Igreja com Seu precioso sangue, e que virá buscar a Sua Noiva, sem mácula e sem ruga, para a glória de Deus Pai Todo Poderoso.  Amém. 




"PORQUE  JÁ  É  TEMPO  QUE  COMECE  O  JULGAMENTO  PELA  CASA  DE  DEUS;  E,  SE  PRIMEIRO  COMEÇA POR  NÓS,  QUAL  SERÁ  O  FIM  DAQUELES  QUE  SÃO  DESOBEDIENTES  AO  EVANGELHO  DE  DEUS ?" 

I Pedro 4. 17



CONSIDERAÇÕES FINAIS DO AUTOR

NÃO  PRETENDO  QUE  OS  LEITORES  DESTA  MENSAGEM  CONSIDEREM  QUE,  DA  PARTE  DO  AUTOR HAJA  ALGUMA  ATITUDE  PESSIMISTA  COM  RELAÇÃO  AS  CONSTATAÇÕES  OBSERVADAS  EM  PARTE  DAS  IGREJAS DESTE  SÉCULO;  PELO  CONTRÁRIO,  VENHO  INFORMAR  AOS  LEITORES  DESTE  POST  QUE  O  LEGÍTIMO CABEÇA  DO  CORPO  ESTÁ  DEIXANDO  QUE  ESSAS  CALAMIDADES  OCORRAM  NA  SUA  IGREJA  PARA VER  ATÉ  ONDE  VAI  A  FALTA  DE  TEMOR  DE  ALGUNS  E  PARA  PROVAR  O  QUE  ESTÁ  NO  CORAÇÃO  DE  OUTROS;  MAS,  QUE  ELE  MESMO,  O  CABEÇA  DO  CORPO,  TEM  FRUSTRADO  A  MUITOS  E  CORRIGIDO  A TANTOS  OUTROS  PRESUNÇOSOS  E   NÃO  POUCOS  INFIÉIS .

FIQUEI  SABENDO  QUE  UMA  CERTA  SENHORA  DENOMINADA  "BISPA"  E  SEU  ESPOSO,   TINHAM   NO  SEU  IMPÉRIO  RELIGIOSO  1.100  TEMPLOS  E  QUE,  APÓS  SOFREREM  UMA  BRUSCA  REDUÇÃO  DOS   MESMOS,  PASSOU  A  CONTAR  COM  APENAS   300; ISSO DEVIDO  AOS  ESCÂNDALOS  SUCESSIVOS  OCORRIDOS  EM  SUA  GESTÃO.  ENTRETANTO,  PARA  ABAFAR  O  CASO,  O  CASAL  EM  QUESTÃO  TERIA   DECIDIDO  APOSENTAR-SE  E  ENTREGAR  A  DIREÇÃO  DO  SEU  IMPÉRIO  ECONÔMICO-RELIGIOSO  AO  SEU  FILHO.  O  QUE  TAMBÉM  NÃO  FOI  POSSÍVEL,  POIS  O  JOVEM  HERDEIRO  QUE  FORA  PREPARADO  PARA  A  REFERIDA  SUCESSÃO,  INFELIZMENTE   ENCONTRA-SE  HOSPITALIZADO  E  EM  COMA. 

EXISTE  OUTRO  IMPÉRIO,  TALVEZ  O  MAIOR  DELES,  QUE  EM  TERMOS  RELIGIOSOS  VEM  SOFRENDO BAIXAS  FREQUENTES  EM  SEU  NÚMERO  DE  FIÉIS.  FATO  ESTE  QUE  LEVOU  O  SEU  LÍDER  MAIOR  A  SAIR  DO CONFORTO  DE  UMA  DE  SUAS  MANSÕES  NO  EXTERIOR   E  RETORNAR  AO  BRASIL  PARA  ATACAR  AS DEMAIS  DENOMINAÇÕES  EVANGÉLICAS  DE  LIDERANÇA  EXPRESSIVA, "ATIRANDO  PARA  TODOS  OS   LADOS",  NUMA  TENTATIVA  FRUSTRANTE  E  DESESPERADA  DE  REVERTER   O  QUADRO  QUE  SE  APRESENTA  COMO  UMA  ESPADA  SOBRE  A  SUA  CABEÇA.

SE  ALGUÉM  TEM  PRESENCIADO  ESSE  TIPO  DE  ACONTECIMENTO  NA  IGREJA  DO SENHOR OU  EM SUA  PRÓPRIA  DENOMINAÇÃO,  NÃO  PRECISA  FICAR  ABATIDO,  MAS  ORE  PARA  QUE  O  DONO  DA IGREJA,  QUE  É  CRISTO,  TOME  AS  PROVIDÊNCIAS  CABÍVEIS, POIS  O JUÍZO  COMEÇA  PELA  CASA  DE DEUS,  APONTANDO  E  EXORTANDO  PARA  NOS  ALEGRARMOS,  PORQUANTO  A  NOSSA  REDENÇÃO  ESTÁ  PRÓXIMA.
ALEGREMO-NOS  PORTANTO,  PORQUE  A  NOSSA  REDENÇÃO  ESTÁ  PRÓXIMA.


MARANATA!  ORA,  VEM  SENHOR  JESUS.


Paz seja com todos!
JC de Araújo Jorge

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

COMO TRATAR UM MINISTRO DO EVANGELHO QUE CAIU EM PECADO DE ADULTÉRIO?




O pregador pode ser destituído do púlpito, 
mas o Espírito Santo
 continuará a convencer o homem:
do pecado, da justiça e do juízo.


FUGI DA PROSTITUIÇÃO. 
TODO O PECADO QUE O HOMEM COMETE É FORA DO CORPO; MAS AQUELE QUE PRATICA A IMORALIDADE, PECA CONTRA SEU PRÓPRIO CORPO.
 I Co 6.18


Precisamos tratar desse assunto a Luz da Palavra, 
sem fazer nenhum tipo de concessão,
principalmente quando se trata de um representante do Evangelho,
por quem um escândalo dessa natureza
pode abalar os pequeninos na fé e afastar
os que poderiam se achegar ao Caminho que conduz a Vida.

 A justiça dos homens (magistrados) sabe discernir e fazer graduação 
de atos ilícitos ou infrações, mas parece que não poucos 
cristãos preferem enganar-se,
 acreditando que Deus não sabe graduar pecados 
com punições correspondente a infração
cometida, ou seja, já que na heresia da teologia humana, coloca-se 
"pecadinho e pecadão" 
em um mesmo nível para ser avaliado por Deus. Por isso, é uma questão da conveniência humana avaliar pecados pela tradição religiosa, bandeira denominacional, ou mesmo por "teologias baratas" a despeito das Boas Novas do Evangelho, o qual com seus ensinos neotestamentários, proporcionam orientações para a Igreja de Cristo, bem como nos liberta de todo engano e heresias diversas que querem contaminar o Corpo de Cristo.

 Na questão das HERESIAS, 
nunca haverá pregação do Evangelho sem a preferência ou
 a contaminação do homem. 
Entretanto, 
ouça de tudo e retenha 
somente o que for proveitoso para sua edificação.

 Quanto ao PASTOR ADÚLTERO
ter sido reprovado em sua função ministerial  
por ter praticado o pecado de adultério,  o mesmo primeiramente deverá buscar arrependimento para  que o perdão de Deus lhe seja concedido para que 
 retorne a comunhão quebrada com o Espírito Santo; 
sem que isto no entanto, signifique a restauração do seu
 ministério pastoral já reprovado por Deus. 
 Contudo,  o pastor em questão  deverá humilhar-se em arrependimento na presença do Espírito Santo e buscar  restauração para sua vida espiritual em em prol da sua própria salvação eterna.




CONCLUSÃO


 No caso em que o "pastor" arrependido do adultério seja aceito 
pela denominação ou igreja local,
 o mesmo não deverá retornar a sua função pastoral, 
pois se ele assim o fizer, estará em franca rebeldia 
contra AQUELE que o perdoou, mesmo que o referido "pastor" acredite
 que uma vez salvo, salvo para sempre. Entretanto, o "ministro" desqualificado ministerialmente, 
poderá exercer o dom de levar o Evangelho (IDE) ao seu próximo
 mesmo sem título pastoral, 
pois o dom da pregação do Evangelho
 a toda criatura é irrevogável, 
contudo com a prudência (tristeza) 
de quem uma vez maculou o seu chamado, 
se é  mesmo que esse chamado veio do Senhor 
ou se ocorreu meramente pela conveniência de 
dirigentes religiosos sem temor de Deus. 
Portanto, existe uma grande diferença em aceitar JESUS 
como Salvador e não querer recebê-Lo como Senhor 
para andar em novidade de vida.
Concluímos que só desta forma seremos guiados em toda Verdade 
e por fim, conduzidos no Caminho 
que nos leva Vida eterna.


Paz seja com todos!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

DÍZIMO LEVÍTICO versus OFERTAS DE JUSTIÇA




MINHA   EXPERIÊNCIA

Nos primeiros anos de minha caminhada cristã, observando a atitude de alguns pastores quando ministravam a necessidade de ofertas por parte da congregação, os quais citavam o capítulo 3 do Profeta Malaquias para pressionar a cobrança de dízimos e, também analisando o comportamento de alguns cristãos na prática de "pagar dízimos", quando os mesmos  pareciam estar comprando a salvação por meio de prestações correspondentes a 10% de seus salários. Os referidos irmãos pareciam demonstrar com essa atitude,  uma espécie de "cala boca" em Deus, pois a partir desses pagamentos mensais e infindáveis, não precisariam preocupar-se tanto com o amor ao próximo, nem tão pouco com a verdadeira santificação, mas somente com suas aparências exteriores e com ensinamentos da antiga aliança, ministrado segundo conveniências de homens religiosos.

Outros irmãos de uma linha evangélica menos farisaica, faziam uso da seguinte expressão:
"Temos  que devolver os 10% de Deus, pois do contrário seremos considerados ladrões e consequentemente perderemos nossa salvação se morrermos nesta condição".
Caso a morte não ocorresse na vida dos cristãos "inadimplentes", os mesmos estariam debaixo da maldição da lei, ou seja, ficariam a mercê dos devoradores de Malaquias 3. 8-11, conforme pronunciamento de pastores radicais e defensores de dízimos veterotestamentário.

A partir de então, passei a estudar o Novo Testamento por completo e minuciosamente; visto que, aquela forma de provocar terror em alguns cristãos e promover farisaísmo em outros, era no mínimo estranha e não compatível com o Evangelho da Graça. Sem contar com o absurdo de se colocar pessoas para exercerem funções de lideranças no Corpo de Cristo pelo simples fato de terem salários mais altos e outros irmãos com menores salários serem excluídos do rol de obreiros, mesmo com chamado eclesiástico ou até ministerial. E isto, por uma questão meramente financeira ou quando não, por fazer parte da parentela do dirigente denominacional ou mesmo da congregação local.

Reconheço que, mesmo não encontrando em todo Novo Testamento respaldo bíblico para o dízimo, guardei esse entendimento no meu coração por alguns anos; pois na época se isso viesse a tona, seria considerado um sacrilégio à igreja e digno de maldição por parte do clero evangélico. Confesso que a avaliação de tudo isso, me fez ponderar e continuar dizimando por mais algum tempo, mesmo sem concordar com o dito terrorismo já relatado acima. E assim, contornei aquela situação com a seguinte ponderação:
"A igreja precisaria de recursos, mesmo que fosse fazendo uso da antiga aliança; e, se o uso dos referidos dízimos não fizessem bem a igreja, mal também não poderiam fazer".

Mas, para a minha decepção aquela base de arrecadação por "imposto compulsório" (dízimo) estava alicerçado sobre a Tradição da Lei, o que para a Nova Aliança se constituía em uma desobediência, consciente ou não, mas muito conveniente para a maioria dos dirigentes denominacionais, os quais  se estabilizam financeiramente e alguns, por acumularem e adorarem as riquezas, 
tornam-se prisioneiro espiritual de sua própria avareza, 
conforme tema já postado anteriormente no link abaixo:

Não obstante, algumas igrejas terem enriquecido financeiramente pela cobrança desse imposto,  espiritualmente se empobrecem a cada dia; e é por isso que a "verdade e as mentiras" sobre este tema (dízimo) tem grande relevância nos últimos dias da Igreja de Cristo. Portanto, exorto em amor a todos os pastores de igrejas que amam suas ovelhas e querem ser fiéis as verdades do
Evangelho de Cristo a retornem ao primeiro Amor, como por exemplo:
Ensinem a toda membresia a praticar oferta de justiça por meio de doações voluntárias, conforme orientação doutrinária do Apóstolo Paulo à todas a igreja gentílica, da qual também fazemos parte .

CADA UM CONTRIBUA SEGUNDO TIVER PROPOSTO NO CORAÇÃO,
 NÃO COM TRISTEZA OU POR NECESSIDADE; 
PORQUE DEUS AMA A QUEM DÁ COM ALEGRIA
II Coríntios  9. 7

Se pelo menos uma vida for liberta dessa heresia que aprisiona mentes e corações, provavelmente introduzido pelos ditos 
"pais da igreja"
à antiga noiva de Roma e que passou despercebidos
pelos chamados "reformadores", já terá valido a pena a
existência deste espaço.
Mas, caso existam Sete Mil que não se dobraram  a Baal
e que também não querem servir a Mamom
para adorar as riquezas, posso afirmar que a
glória da segunda casa será maior do que a primeira
 e que este blog permanecerá até o
Dia do Arrebatamento.

Paz seja com todos!
JC de Araújo Jorge

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

PREVARICAÇÃO AOS MANDAMENTOS DE CRISTO LEVA A PERDIÇÃO ETERNA...


Divorciado, pastor Jabes Alencar 

encontra um novo amor. 


Gostaria de opinar enfatizando que este tipo de pecado não acontece acidentalmente, mas vem sendo construído por um tipo de vida egoísta de todo aquele que se serve do Evangelho em detrimento da verdadeira evangelização. 


O único "amor" praticado por tais mercenários, é o amor ao dinheiro (Mamon), e este em forma de imposto terrorista (Dízimo) e ofertas tributadas em suas mais variadas formas. 

Como é insaciável a concupiscência da carne e os prazeres deste mundo, é inevitável que tal comportamento proporcione também a depravação moral pela sensualidade, ou seja, um abismo conduz a outro abismo. 

E ambos, a perdição eterna!


Paz seja com todos,

JC de Araújo Jorge







quinta-feira, 20 de novembro de 2014

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL: Mito Religioso ou Reunião de Neófitos?



A VERDADE DOS FATOS

1. Não vejo aproveitamento da E.B.D. na forma como se apresenta, ou seja, revistas comentadas por homens religiosos com objetivos promocionais e de pouca revelação das Escrituras Sagradas, principalmente falta de interesse em entender os escritos neotestamentários, dando primazia a lei e os profetas que vigoraram até João Batista; esquecendo-se que, não basta somente receber o Salvador, mas é necessário que o Senhorio de Cristo (Caminho) se manifeste em nossas vidas pela observância dos ensinamentos das Boas Novas do Evangelho e das cartas apostólicas dirigidas a Igreja de Cristo.


2.  Esse método de "ensino", engessado e sem unção, não tem como atrair frequentadores, mesmo que se faça altos investimentos em sala de aula.


3. Para ensinar a Palavra de Deus é imprescindível que se tenha o Chamado do Alto, o que normalmente não acontece. Portanto, corre-se o risco  de estar cometendo um desserviço ao Reino.


4. O que eu pude observar em várias denominações que usa a E.B.D. como instrumento de ensino é que, sem saber seus pseudos professores quando expressam sua opinião extra revista, os alunos saem mais confusos do que quando entraram em sala de aula, basta perguntar aos mesmos logo em seguida, sobre o que foi ensinado.


5. Não basta ter orgulho da E.B.D, é preciso analisar a situação com olhos espirituais, não de forma simplista, colocando a culpa nos cristãos que pouco frequentam a referida reunião da E.B.D.


6. Em minha opinião, o Estudo Bíblico deveria ser realizado por alguém com Chamado Ministerial de Mestre e com aptidão para o ensino, consagrado e capacitado pelo Espírito Santo para o entendimento não só da letra, que até o diabo conhece, mas principalmente da  Palavra revelada.


7. Discordo da fragmentação do ensino em classes distintas, com exceção das crianças. Portanto, sou a favor de ESTUDO BÍBLICO em turma única, sem contudo fazer uso de revistas, como já dito anteriormente. Porque a Escritura Sagrada e principalmente o Novo Testamento, é fonte de toda sabedoria para nossa caminhada cristã.




APESAR DE NÃO FAZER CORO COM A MAIORIA, ESPERO QUE DE ALGUMA FORMA POSSA TER CONTRIBUÍDO NA ELUCIDAÇÃO DESTE TEMA TÃO MAL COMPREENDIDO POR ALGUNS E GERANDO MOTIVO DE ORGULHO EM TANTOS OUTROS.


GOSTARIA QUE OS AMADOS LEITORES CONSIDERASSEM ESTE POST NÃO COMO CRÍTICA, MAS SIM COMO UMA PEQUENA COLABORAÇÃO NA EDIFICAÇÃO DO CORPO DE CRISTO.


Paz seja com todos,
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